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terça-feira, novembro 10

PLANO DE AULA

O plano de aula é realmente importante na organização do trabalho pedagógico do professor. Um plano de aula pode ser definido como a previsão dos conteúdos e atividades de uma ou de várias aulas que compõem uma unidade de estudo. Dessa forma, “ele limita-se à previsão do desenvolvimento a ser dado ao conteúdo da matéria e as atividades de ensino-aprendizagem proposta de acordo com os objetivos no âmbito de cada aula”. (GIL, 2007, p.
“É a sequência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. (...) É a sistematização de todas as atividades que se desenvolvem no período de tempo em que o professor e o aluno interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem.” (PILETTI, 2001, p.73)
Na elaboração do Plano de Aula, não existe um padrão único. É preciso, no entanto, que um mínimo de coerência seja percebido na seqüência dos elementos a serem considerados no processo ensino-aprendizagem.
As partes integrantes de um plano de aula são: os objetivos, os conteúdos, a estratégia, os recursos didáticos e a avaliação.

sexta-feira, outubro 30

Práticasde Leitura, Escrita e Oralidade no Contexto Social

Como vimos na leitura do texto; (Tem um monstro no meio da história (GURGEL, 2009). In: Revista Nova Escola. Agosto 2009.), as crianças costumam misturar fatos reais com imaginários quando contam uma história. É muito comum e faz parte do desenvolvimento cognitivo dos pequenos. Daí a importância da leitura para as crianças, pois ler para eles forma o gosto pela leitura, enriquece o seu vocabulário, amplia o mundo de ideias e conhecimentos desenvolvendo a linguagem e o pensamento. As histórias estimulam a atenção, a memória, cultivam a sensibilidade e isso significa educar o espírito, ajudam por vezes a resolver conflitos emocionais e, tão importante, estimulam o imaginário da criança. Como recurso pedagógico a história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e à realidade, por isso, vamos começar a ler mais histórias às nossas crianças.

sexta-feira, setembro 18

FALAR, LER E ESCREVER

Os grandes pensadores como Piaget, demonstra bem que a estrutura da inteligência se desenvolve na interação do sujeito com o meio. A nossa educação vem sido pesquisada nas últimas décadas, para nos ajudar a entender melhor como os alunos aprendem. Chegamos ao um consenso de que as pessoas são únicas no que se referem ao seu estado emocional, seus ritmos de aprendizagem, suas etapas de desenvolvimento e suas necessidades.
Muitos estudiosos e pesquisadores têm trabalhado na tentativa de compreender a elaboração do pensamento do ser que aprende, ou seja, entender, por exemplo, como funciona o pensamento da criança quando está aprendendo a ler e escrever. Um conhecimento fundamental para o educador é que são muitas linguagens que se apresentam como fator de identidade de grupos sociais. Por isso, as pessoas lêem e escrevem de formas diferentes. Conhecer e respeitar estas diferentes linguagens são decisivos para que o trabalho em sala de aula possa desenvolver atitudes de diálogo e respeito com culturas distintas na qual a criança conhece e pertence. Para Vygotsky e seus seguidores estudaram o desenvolvimento e as capacidades intelectuais superiores do homem, acreditando que a linguagem atuaria como principal fator para que esse desenvolvimento ocorresse. Analisando a linguagem como um conjunto de símbolos com caráter histórico e social, enfatizaram a importância da informação e da interação lingüística para a construção do conhecimento. Suas idéias sobre linguagem ajudaram a esclarecer as relações entre pensamento, linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. A partir das investigações desses estudiosos, entre outros, o educador tem condições de perceber claramente o processo de apropriação de conhecimento pelo aluno e, especificamente, o processo de reconstrução do código lingüístico, isto é, o processo de alfabetização.