sábado, março 27

O tão esperado "Estágio"

Início de semestre... o tão esperado “estágio”.
E agora? A cabeça borbulhando de idéias novas. Todas loucas para aplicarem na prática, anos de aprendizagens, de trocas e interação com as colegas, tutoras e professores. Não, que já não vínhamos praticando todo esse tempo, mas agora o acompanhamento do supervisor é mais intenso e avaliativo. Acredito que estamos mais seguras para mais esta etapa, pois vamos apresentar na prática a construção de uma Arquitetura Pedagógica, tendo como ponto de partida a pedagogia da incerteza.
Nas atividades realizadas sobre Arquiteturas Pedagógicas no semestre passado, surgiu uma nova visão de aprendizagens, que nos impulsionou a ter atitudes corajosas, rompendo com os paradigmas rígidos que aprisionam a essencialidade do professor. Levando-nos a enfrentar os problemas cotidianos e desafiadores que surgem na sala de aula, com mais destreza. Aonde vamos construindo conhecimentos numa perspectiva do novo, do desafiador e na vontade de aprender cada vez mais.

sábado, março 20

O jardim da esperança...

Todo o jardim começa com um sonho de amor. Antes que qualquer árvore seja plantada ou qualquer lago seja construído é preciso que as árvores e os lagos tenham nascido dentro da alma. Quem não tem jardim por dentro, não planta jardins por fora... nem passeia por eles.

Rubem Alves

terça-feira, novembro 10

PLANO DE AULA

O plano de aula é realmente importante na organização do trabalho pedagógico do professor. Um plano de aula pode ser definido como a previsão dos conteúdos e atividades de uma ou de várias aulas que compõem uma unidade de estudo. Dessa forma, “ele limita-se à previsão do desenvolvimento a ser dado ao conteúdo da matéria e as atividades de ensino-aprendizagem proposta de acordo com os objetivos no âmbito de cada aula”. (GIL, 2007, p.
“É a sequência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. (...) É a sistematização de todas as atividades que se desenvolvem no período de tempo em que o professor e o aluno interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem.” (PILETTI, 2001, p.73)
Na elaboração do Plano de Aula, não existe um padrão único. É preciso, no entanto, que um mínimo de coerência seja percebido na seqüência dos elementos a serem considerados no processo ensino-aprendizagem.
As partes integrantes de um plano de aula são: os objetivos, os conteúdos, a estratégia, os recursos didáticos e a avaliação.

sábado, outubro 31

O MENINO SELVAGEM


“O menino Selvagem”, é um filme que relata a história de uma criança que sobreviveu sozinho na selva, alimentava-se de bolotas e raízes. O Menino Selvagem, baseia-se na historia verdadeira de uma criança encontrada a viver sozinha numa floresta francesa. Esta criança, com cerca de 12 anos de idade, não mostrava quaisquer sinais de socialização: não falava, caminhava normalmente com a ajuda das mãos, não manifestava quaisquer capacidades intelectuais e o olfato parecia ser o seu sentido mais desenvolvido. O menino coçava a cabeça e o corpo como os animais, tinha um olhar vago ... Quando encontrado, caminhava como animal com quatro patas, tomava água com a boca, era muito ágil para subir em árvores e defender-se de outros animais, não gostava de contatos físicos. Ele foi arrancado a força de seu habitat natural e entregue aos cuidados de um aldeão que o protege da curiosidade dos camponeses. Um médico lê uma notícia sobre este acontecimento e reconhece como seria útil examinar esta criança e determinar o seu grau de inteligência. Itard compreende que se trata de uma situação excepcional: um adolescente privado de educação por ter vivido afastado dos indivíduos da sua espécie.Ele era tratado com muito carinho e cuidados ele parecia não estar confortável em seu novo lar. Certo dia ele fugiu pela janela e foi pela floresta e quando sentiu fome tentou pegar uma galinha (para comer)onde foi surpreendido pelos donos da casa o afugentando. Depois retornou para casa. Aparentemente parecia ser surdo por não falar, ele não falava porque não fora ensinado a linguagem oral. Itard acreditava que Vitor também fora abandonado na selva pela família.

sexta-feira, outubro 30

Práticasde Leitura, Escrita e Oralidade no Contexto Social

Como vimos na leitura do texto; (Tem um monstro no meio da história (GURGEL, 2009). In: Revista Nova Escola. Agosto 2009.), as crianças costumam misturar fatos reais com imaginários quando contam uma história. É muito comum e faz parte do desenvolvimento cognitivo dos pequenos. Daí a importância da leitura para as crianças, pois ler para eles forma o gosto pela leitura, enriquece o seu vocabulário, amplia o mundo de ideias e conhecimentos desenvolvendo a linguagem e o pensamento. As histórias estimulam a atenção, a memória, cultivam a sensibilidade e isso significa educar o espírito, ajudam por vezes a resolver conflitos emocionais e, tão importante, estimulam o imaginário da criança. Como recurso pedagógico a história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e à realidade, por isso, vamos começar a ler mais histórias às nossas crianças.

segunda-feira, outubro 26

O QUE É UM PROJETO?

Um projeto é uma intervenção pedagógica específica que visa promover avanços específicos. É um empreendimento único, não repetitivo, com início e fim bem determinados, formalmente organizado, composto de um conjunto de ações complexas e dirigidas a um objetivo preciso, pré estabelecido, de interesse para os que o realizam. É um processo de elaboração coletivo das crianças com seu professor. Tanto na Educação Infantil, quanto nas Séries Iniciais o professor deve criar estratégias, atividades e fornecer condições para que os alunos construam seu conhecimento de acordo com a idade e interesse de cada série. Desde pequeno o aluno pode, através do trabalho de projeto, estar envolvido, participando, interagindo na construção do seu conhecimento. Seu sentido é de um compromisso constante por construir certezas compartilhadas e por discutir as incertezas que permitirão a todos compreender o conteúdo e compreende-se melhor entre pares para realizar uma tarefa. Um projeto propicia ao aluno ser o protagonista, em que ele decide e compromete-se com suas escolahas, assumindo responsabilidades, exercendo o direito de eleger, organizar, corrigir e avaliar cada uma de suas ações. Viva os projetos!

domingo, outubro 25

"FESTA DO DIA DAS CRIANÇAS"

Para comemorar o Dia das Crianças com os meus alunos do 1º ano, nada como brincar de teatro. E foi no PEAD que aprendi a valorizar esta prática, pois o teatro Permite ao aluno evoluir a vários níveis: na socialização, criatividade, coordenação, memorização, vocabulário, entre muitos outros.
Por outro lado, quando devidamente estruturado e acompanhado, ajuda o professor a aperceber-se de traços da personalidade do aluno, do seu comportamento individual e em grupo, traços do seu desenvolvimento, permitindo um melhor direcionamento para a aplicação do seu trabalho pedagógico.

quinta-feira, outubro 15

SER PROFESSOR É...

Ter a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você. Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo". Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...

domingo, setembro 27

REALISMO - PEDAGOGO DA EMANCIPACAO DAS MASSAS



Antonio Gramsci


O filósofo italiano atribuía à escola a função de dar acesso à cultura das classes dominantes, para que todos pudessem ser cidadãos plenos.

Co-fundador do Partido Comunista Italiano, Antonio Gramsci(1891-1937) foi uma das referências essenciais do pensamento de esquerda no século 20. Embora comprometido com um projeto político que deveria culminar com uma revolução proletária, Gramsci se distinguia de seus pares por desacreditar de uma tomada do poder que não fosse precedida por mudanças de mentalidade. Para ele, os agentes principais dessas mudanças seriam os intelectuais e um dos seus instrumentos mais importantes, a escola. Alguns conceitos criados ou valorizados por Gramsci hoje são de uso corrente em várias partes do mundo. Um deles é o de cidadania. Foi ele quem trouxe à discussão pedagógica a conquista da cidadania como um objetivo da escola. Ela deveria ser orientada para o que o pensador chamou de elevação cultural das massas, ou seja, livrá-las de uma visão de mundo que, por se assentar em preconceitos e tabus, predispõe à interiorização acrítica da ideologia das classes dominantes. Ao contrário da maioria dos teóricos que se dedicaram à interpretação e à continuidade do trabalho intelectual do filósofo alemão Karl Marx (1818-1883), que concentraram suas análise nas relações entre política e economia, Gramsci deteve-se particularmente no papel da cultura e dos intelectuais nos processos de transformação histórica. Suas idéias sobre educação surgem desse contexto. Para entendê-las, é preciso conhecer o conceito de hegemonia, um dos pilares do pensamento gramsciano.
Antes, deve-se lembrar que a maior parte da obra de Gramsci foi escrita na prisão e só veio a público depois de sua morte. Para despistar a censura fascista, Gramsci adotou uma linguagem cifrada, que se desenvolve em torno de conceitos originais (como bloco histórico, intelectual
orgânico, sociedade civil e a citada hegemonia, para mencionar os mais célebres) ou de expressões novas em lugar de termos tradicionais (como filosofia da práxis para designar o marxismo).
Revista Nova Escola (Grandes Pensadores)
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/apostolo-emancipacao-massas-423092.shtml

domingo, setembro 20

LINGUA DE LIBRAS

Apesar de não ter tido aluno surdo, achei interessantíssimo poder ter acesso aos conhecimentos da Lingua Brasileira de Sinais, pois esta interdissíplina nos proporcionará uma base importante para que possamos ter contato com pessoas ou aluno surdo. A aula presencial foi muito interessante, pois não desconhecia a língua de Libras e nem imaginava que a professora fosse surda e que levaria uma interprete para ajudá-la a comunicar-se. Ela contagiou-nos com sua simpatia e inteligência mostrando-nos que a deficiência física não é motivo para exclusão e que todos têm capacidade de aprender.